Conforme se pode verificar, o título deste post é bastante explícito, apenas não diz ao que se refere o atraso... De qualquer maneira, estou uma semana atrasado face ao que tinha planeado!
O teste / exame de SINF foi na passada segunda-feira, dia em que eu pensava que poderia abalar para a Covilhã, não só para descansar uns dias depois destas últimas semanas loucas, mas também para resolver uns quantos problemas, especialmente um que diz respeito à viatura... Pois é, a declaração provisória que tenho expirou no dia 28 e já deveria ter pedido outra... Acontece que a reunião que tinha com a minha orientadora de estágio foi adiada um dia e, pior ainda, acabou por cair uma autêntica bomba no que diz respeito ao estágio nesse mesmo dia, ou seja, acabei por não ir a casa e tive que praticamente regressar à estaca zero do processo de estágios.
Quer isto dizer que ando numa situação um pouco ilegal, embora o responsável da Toyota me tenha garantido que não haveria problema em andar com a declaração uns dias assim e disse-me explicitamente para "não atrasar a minha vida por causa disso"... Bem, caso tenha algum problema, já sei para onde fazer o forward dele... Mas de qualquer maneira tenho que resolver isto o mais rapidamente possível.
Agora que as coisas se orientaram um bocado novamente, vamos lá a ver se consigo abalar para a Covilhã até ao final da sexta-feira. Dado que ainda não consegui falar com todas as pessoas relacionadas com o meu processo de estágio, não vou ainda referir qual é a proposta que aceitarei, já que considero isso incorrecto da minha parte, embora essa ideia esteja relativamente bem definida na minha cabeça.
Escrevendo de um modo algo abstracto sobre essa dita proposta, parece-me que não fico pior por não ir para a Alert. É óbvio que gostei desta empresa e do projecto mas, vendo bem as coisas, gostei também daquela que escolhi agora e mais ainda do projecto em questão. Isto já para não falar também sobre outras empresas / projectos que gostei bastante ao longo das várias entrevistas a que fui e que, com alguma pena e mágoa à mistura também, me vai custar bastante dizer que não a essas pessoas, tal como já tinha acontecido no início de Janeiro quando a mesma situação aconteceu.
O problema disto tudo é a possibilidade de escolha. Vale a pena reflectir um bocado sobre esta problemática de escolher e recomendo vivamente a visualização do vídeo The Paradox of Choice de Barry Schwartz no Ted Talks. No fundo, quanto maior é a possibilidade de escolha, maior é a infelicidade de uma pessoa por ter que escolher, maior é o medo de fazer a escolha errada e tudo o que com isso possa vir por arrasto, enfim a escolha faz-nos sentir um pouco miseráveis.
A situação em que me vi colocado na semana passada foi, sem dúvida, muito má e a forma como vi o problema ser tratado irritou-me profundamente. Mas enfim, os índices de motivação e alegria voltaram a subir para valores considerados normais e até já defini a estrutura, configuração e personalização do wiki que me irá servir de apoio à realização do projecto, especialmente no que diz respeito ao relatório.
Com estes acontecimentos todos foi, essencialmente, uma semana mal aproveitada e um pouco desperdiçada mas, felizmente, tudo parece estar a andar sobre carris novamente :)
terça-feira, 5 de fevereiro de 2008
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
A traição chamada FEUP...
Este dia conseguiu facilmente transformar-se num dos piores dias da minha vida, senão mesmo o pior. Acho que nunca estive tão desanimado e tão desmotivado como hoje...
No decorrer do processo de estágio, duas empresas tiveram problemas com a faculdade, nomeadamente a Enabler e a Alert, esta última local para onde eu deveria ir estagiar. Estes problemas deveram-se fundamentalmente à realização de uma única proposta genérica para bastantes alunos. Posteriormente, dadas as exigências da FEUP, lá acabaram por dar entrada, já fora de prazo, as propostas individuais para cada projecto a atribuir a cada aluno... Acontece que, dessas propostas, algumas foram rejeitadas pelo júri de avaliação da FEUP e uma das favas calhou-me a mim...
Ou seja, depois de ter dito que não a uma série de propostas que me fizeram e de ter rejeitado amigavelmente ir a algumas entrevista vejo-me, no final do mês, numa situação extremamente delicada já que acabei de ficar sem estágio... Como é que é possível uma coisa destas ter acontecido???
Agora, olhando para a completa desorganização das propostas que estão no SIFEUP, nem sequer consigo perceber quais ainda têm vagas ou não e em que projectos... E olhando com mais atenção ainda, reparo que só há empresas com projectos que não me agradam em nada...
Ao longo das últimas horas, têm-me passado diversas ideias pela cabeça... Desde optar por fazer estágio numa dessas empresas, mesmo não gostando dos projectos que oferecem, a pura e simplesmente congelar a minha matrícula... Pode parecer um bocado radicalismo e "cabeça quente" da minha parte, mas eu pergunto-me se, com todo o esforço realizado ao longo dos últimos anos, valerá a pena ir estagiar já ou se é preferível aguardar mais um semestre...
Outra ideia ainda mais radical é pedir transferência... Sinceramente, ao longo dos últimos tempos, a FEUP têm-me desiludido a cada dia que passa e o meu grau de satisfação para com ela é muito baixo! Sinto-me completamente traído pela casa que me acolheu ao longo dos últimos anos e onde eu passei grande parte do meu tempo... Pior ainda, sinto-me verdadeiramente traído e desrespeitado por uma pessoa que até então julgava estar do meu lado (e dos outros alunos), o próprio director de curso do MIEIC... É absolutamente incrível a forma como abandonou os alunos nesta situação, dando-lhes um valente "pontapé no cu" e chegando ao ponto de expulsar pessoas do seu gabinete... Um pouquinho mais de respeito era bem vindo, não???
Portanto, outra das dúvidas que tenho além do momento de quando estagiar, é o se quero realmente estagiar na qualidade de aluno da FEUP... É incrível como alguma admiração que eu até tinha pela forma como as coisas se passavam nesta Faculdade e como havia alguma coisa realmente diferente das restantes se desvaneceu ao longo de todo o último semestre, não apenas por estas questões relacionadas com o estágio...
Neste momento, a coisa que me mais apetece é desaparecer do Porto e especialmente da FEUP... Estou a começar a chegar aquela fase do gráfico em que os meus valores de tolerância e paciência ultrapassam o limite e se começa tudo a tornar numa relação de ódio... Fugir nunca é a solução, mas não encaro isto como uma fuga: é mais uma alternativa em aberto e que posso explorar até que toda esta minha raiva se acalme...
No decorrer do processo de estágio, duas empresas tiveram problemas com a faculdade, nomeadamente a Enabler e a Alert, esta última local para onde eu deveria ir estagiar. Estes problemas deveram-se fundamentalmente à realização de uma única proposta genérica para bastantes alunos. Posteriormente, dadas as exigências da FEUP, lá acabaram por dar entrada, já fora de prazo, as propostas individuais para cada projecto a atribuir a cada aluno... Acontece que, dessas propostas, algumas foram rejeitadas pelo júri de avaliação da FEUP e uma das favas calhou-me a mim...
Ou seja, depois de ter dito que não a uma série de propostas que me fizeram e de ter rejeitado amigavelmente ir a algumas entrevista vejo-me, no final do mês, numa situação extremamente delicada já que acabei de ficar sem estágio... Como é que é possível uma coisa destas ter acontecido???
Agora, olhando para a completa desorganização das propostas que estão no SIFEUP, nem sequer consigo perceber quais ainda têm vagas ou não e em que projectos... E olhando com mais atenção ainda, reparo que só há empresas com projectos que não me agradam em nada...
Ao longo das últimas horas, têm-me passado diversas ideias pela cabeça... Desde optar por fazer estágio numa dessas empresas, mesmo não gostando dos projectos que oferecem, a pura e simplesmente congelar a minha matrícula... Pode parecer um bocado radicalismo e "cabeça quente" da minha parte, mas eu pergunto-me se, com todo o esforço realizado ao longo dos últimos anos, valerá a pena ir estagiar já ou se é preferível aguardar mais um semestre...
Outra ideia ainda mais radical é pedir transferência... Sinceramente, ao longo dos últimos tempos, a FEUP têm-me desiludido a cada dia que passa e o meu grau de satisfação para com ela é muito baixo! Sinto-me completamente traído pela casa que me acolheu ao longo dos últimos anos e onde eu passei grande parte do meu tempo... Pior ainda, sinto-me verdadeiramente traído e desrespeitado por uma pessoa que até então julgava estar do meu lado (e dos outros alunos), o próprio director de curso do MIEIC... É absolutamente incrível a forma como abandonou os alunos nesta situação, dando-lhes um valente "pontapé no cu" e chegando ao ponto de expulsar pessoas do seu gabinete... Um pouquinho mais de respeito era bem vindo, não???
Portanto, outra das dúvidas que tenho além do momento de quando estagiar, é o se quero realmente estagiar na qualidade de aluno da FEUP... É incrível como alguma admiração que eu até tinha pela forma como as coisas se passavam nesta Faculdade e como havia alguma coisa realmente diferente das restantes se desvaneceu ao longo de todo o último semestre, não apenas por estas questões relacionadas com o estágio...
Neste momento, a coisa que me mais apetece é desaparecer do Porto e especialmente da FEUP... Estou a começar a chegar aquela fase do gráfico em que os meus valores de tolerância e paciência ultrapassam o limite e se começa tudo a tornar numa relação de ódio... Fugir nunca é a solução, mas não encaro isto como uma fuga: é mais uma alternativa em aberto e que posso explorar até que toda esta minha raiva se acalme...
Toyota Auris
Finalmente arranjei uma viatura! Já estava prometida à algum tempo pelos meus pais e apenas factores económicos mais o facto de eu não ter tirado a carta de condução logo aos 18 anos retardaram esta (grande.. e cara) prenda!
Assim, acabou por ser um misto de prenda de Natal e prenda de conclusão de curso. Prendas destas não é todos os dias e sem dúvida nenhuma que irá dar bastante jeito e acrescentar uns furos bastante consideráveis no que à minha mobilidade diz respeito.
Posso dizer que visitei vários stands automóveis até que, no final, fiquei seriamente indeciso entre o Opel Astra (versão de 3 portas) e o Toyota Auris... Escolha muito díficil mesmo!
Se a favor do Astra estava o design exterior lindíssimo, um motor alemão, maior cilindrada e mais cavalagem, por sua vez estavam contra o preço, a garantia e alguns extras... Acho inconcebível um carro novo apenas ter 2 anos de garantia: dá impressão que a própria marca não confia na qualidade dos seus carros...
No que diz respeito ao Auris, muitos prós: preço, garantia de 5 anos, design estético exterior porreiro (excepto um pouco a traseira...), um interior espectacular e bonito, vários extras e designadas "paneleirices" em relação ao Astra, óptima relação qualidade-preço; quanto aos contras, diria mais o facto de não ter um motor tão potente a nível de cilindrada e de número de cavalos...
Lá acabei por analisar os prós e os contras dos dois detalhadamente e decidi-me pelo Auris. Gosto do carro e aquela diferença a nível de motor não é assim tão significativa quanto isso para já, até porque a minha carta ainda será provisória durante mais algum tempo e as multas também são caras... Mesmo assim, aquilo não anda nada mal e tem uma terceira bem potente!
Para quem não conhece o modelo, aqui ficam umas fotos e o link para o site oficial da Toyota.

Assim, acabou por ser um misto de prenda de Natal e prenda de conclusão de curso. Prendas destas não é todos os dias e sem dúvida nenhuma que irá dar bastante jeito e acrescentar uns furos bastante consideráveis no que à minha mobilidade diz respeito.
Posso dizer que visitei vários stands automóveis até que, no final, fiquei seriamente indeciso entre o Opel Astra (versão de 3 portas) e o Toyota Auris... Escolha muito díficil mesmo!
Se a favor do Astra estava o design exterior lindíssimo, um motor alemão, maior cilindrada e mais cavalagem, por sua vez estavam contra o preço, a garantia e alguns extras... Acho inconcebível um carro novo apenas ter 2 anos de garantia: dá impressão que a própria marca não confia na qualidade dos seus carros...
No que diz respeito ao Auris, muitos prós: preço, garantia de 5 anos, design estético exterior porreiro (excepto um pouco a traseira...), um interior espectacular e bonito, vários extras e designadas "paneleirices" em relação ao Astra, óptima relação qualidade-preço; quanto aos contras, diria mais o facto de não ter um motor tão potente a nível de cilindrada e de número de cavalos...
Lá acabei por analisar os prós e os contras dos dois detalhadamente e decidi-me pelo Auris. Gosto do carro e aquela diferença a nível de motor não é assim tão significativa quanto isso para já, até porque a minha carta ainda será provisória durante mais algum tempo e as multas também são caras... Mesmo assim, aquilo não anda nada mal e tem uma terceira bem potente!
Para quem não conhece o modelo, aqui ficam umas fotos e o link para o site oficial da Toyota.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2008
Recta final de trabalhos
É verdade, o último trabalho também já foi entregue à uns tempos: dia 6 de Janeiro. Foram umas férias de Natal intensivas, com MADS para dia 28 de Dezembro, ERSS e PESI para 4 e 6 de Janeiro, respectivamente. Foi um bocado duro, mas até correu bem.
Metodologias Ágeis fiz sobre Ruby on Rails, nomeadamente sobre como e porque é que o desenvolvimento web com Rails ágil comparativamente a outras tecnologias e linguagens, referindo vantagens e desvantagens sobre a sua utilização. Ficou um artigo em inglês engraçado até, mas ainda não sei a nota de avaliação contínua, apesar de já ter feito o exame final da dita disciplina...
O trabalho de Engenharia de Requisitos foi aquele que mais me motivou durante todo o semestre: aquele projecto de especificação de alto nível da arquitectura de integração de sistemas da Câmara Municipal do Porto foi espectacular e bastante gratificante a nível de experiência / conhecimento / motivação. Aquilo que era inicialmente complexo, acabou por se tornar simples e no final as duas Martas deram-nos os parabéns e disseram que o trabalho estava muito bom.
Isto até chegarmos à apresentação e o professor descascar fortemente em nós porque não queria saber da solução e das nossas capacidades técnicas a resolver problemas para nada... O que ele queria saber era o processo de engenharia de requisitos e não os requisitos concretos em si, porque já sabia que todos nós tínhamos feitos documentos de requisitos para outras disciplinas e que sabíamos seguir normas e standards... Depois de conseguir encontrar uma solução considerada boa, ver alguém assim a bater no nosso trabalho foi fortemente desmotivante...
E pior ainda... Quando fizemos o relatório final, obviamente focámos muito o processo de engenharia de requisitos seguido, ao invés de ter feito o documento de requisitos de acordo com a norma xpto não sei das quantas... Ao que o professor comenta:
Finalmente, já que já chega de trabalhos, resta falar de PESI. Já aqui tinha dito que a apresentação do artigo tinha corrido lindamente (20/20 valores) e, do mesmo modo, o trabalho ficou brutal e tivemos grande nota. Pelos vistos, quer a professora Henriqueta quer o Lucas Soares gostaram bastante do nosso trabalho sobre "A Universidade do Porto e o SIGARRA". Além disso, tal como prometido nas entrevistas que fizemos, enviámos uma cópia ao Reitor da UP, José Marques dos Santos, e à Pró-Reitora para a Universidade Digital, Dra. Lígia Ribeiro.
Agora só falta mesmo é saírem as notas finais, mas a avaliar pela forma como correram os exames e pelas notas já conhecidas de avaliação contínua, esperam-se bons resultados.
Metodologias Ágeis fiz sobre Ruby on Rails, nomeadamente sobre como e porque é que o desenvolvimento web com Rails ágil comparativamente a outras tecnologias e linguagens, referindo vantagens e desvantagens sobre a sua utilização. Ficou um artigo em inglês engraçado até, mas ainda não sei a nota de avaliação contínua, apesar de já ter feito o exame final da dita disciplina...
O trabalho de Engenharia de Requisitos foi aquele que mais me motivou durante todo o semestre: aquele projecto de especificação de alto nível da arquitectura de integração de sistemas da Câmara Municipal do Porto foi espectacular e bastante gratificante a nível de experiência / conhecimento / motivação. Aquilo que era inicialmente complexo, acabou por se tornar simples e no final as duas Martas deram-nos os parabéns e disseram que o trabalho estava muito bom.
Isto até chegarmos à apresentação e o professor descascar fortemente em nós porque não queria saber da solução e das nossas capacidades técnicas a resolver problemas para nada... O que ele queria saber era o processo de engenharia de requisitos e não os requisitos concretos em si, porque já sabia que todos nós tínhamos feitos documentos de requisitos para outras disciplinas e que sabíamos seguir normas e standards... Depois de conseguir encontrar uma solução considerada boa, ver alguém assim a bater no nosso trabalho foi fortemente desmotivante...
E pior ainda... Quando fizemos o relatório final, obviamente focámos muito o processo de engenharia de requisitos seguido, ao invés de ter feito o documento de requisitos de acordo com a norma xpto não sei das quantas... Ao que o professor comenta:
Não se percebe porque é que não produziram um documento de requisitos. Fizeram tudo direitinho, aparentemente identificaram e analisaram os requisitos mas depois faltou sistematizar, organizar os requisitos. Não é pelo facto de isto não ser a especificação de um sistema convencional que não se podia documentar os requisitos devidamente. Eles estão de certa forma aqui espalhados neste documento, na descrição do problema e da solução, mas era necessário sistematizá-los e organizá-los detalhadamente. -- AntonioLucasSoares - 23 Jan 2008Incrível, vá lá alguém perceber o homem... Enfim, procurando por "desmaterialização" + "CMP" no Google, facilmente encontram o nosso trabalho, já que é o primeiro link. Ainda assim, podem clicar para ver o relatório final. Mesmo assim ainda conseguimos ter uma nota boa e vamos em breve fazer uma apresentação à Direcção Municipal de Arquivo.
Finalmente, já que já chega de trabalhos, resta falar de PESI. Já aqui tinha dito que a apresentação do artigo tinha corrido lindamente (20/20 valores) e, do mesmo modo, o trabalho ficou brutal e tivemos grande nota. Pelos vistos, quer a professora Henriqueta quer o Lucas Soares gostaram bastante do nosso trabalho sobre "A Universidade do Porto e o SIGARRA". Além disso, tal como prometido nas entrevistas que fizemos, enviámos uma cópia ao Reitor da UP, José Marques dos Santos, e à Pró-Reitora para a Universidade Digital, Dra. Lígia Ribeiro.
Agora só falta mesmo é saírem as notas finais, mas a avaliar pela forma como correram os exames e pelas notas já conhecidas de avaliação contínua, esperam-se bons resultados.
McKinsey & Company: Business Technology Challenge
Já passou mais de um mês desde que abordei o tema McKinsey, mas como andei um bocado ocupado com trabalhos, entrevistas de estágio, férias na Covilhã, estudar para exames, entre outros e juntando um pouco de desmotivação geral, nunca mais peguei nisto...
Tal como tinha referido num post anterior, fui seleccionado para a segunda fase do processo de recrutamento. Essa entrevista decorreu no Sheraton e eu confesso que saí de lá com um valente nó no cérebro... Duas horas, duas entrevistas consecutivas, ainda por cima à hora de almoço!
A primeira entrevista até correu razoavelmente bem, mas a segunda nem por isso... A senhora conseguiu confundir-me de tal maneira, que fiquei com a cabeça em água: até para fazer operações aritméticas simples, que noutra situação resolveria mentalmente e muito depressa, tive que recorrer ao papel...
Não fiquei com grandes esperanças e, cerca de uma semana depois, recebi a confirmação daquilo que já esperava: não fui seleccionado para a última fase. Não fiquei muito chateado: afinal de contas tinho ido lá quase que "por brincadeira" fazer o primeiro teste e nunca pensei que seria seleccionado para a fase seguinte. Contudo, tentei fazer o melhor que consegui, portanto nada de frustrações.
No entanto, adorei o tratamento que me deram. Mais do que um simples email a dizer "Não foi seleccionado para a próxima fase. Felicidades." (tal como aconteceu com a Enabler WiPro), recebi um telefonema da senhora que me tinha entrevistado na segunda entrevista. A conversa durou quase 15 minutos, onde recebi grande feedback sobre o que tinha corrido bem, o que tinha corrido mal, coisas que eles tinham gostado em mim, coisas que não tinham gostado, etc. Até se deram ao trabalho de me dar umas dicas sobre como me podia preparar para outras entrevistas que tivesse, como melhorar os aspectos menos positivos, e por aí fora. Impecável mesmo! Achei isto mesmo óptimo, já que ter esta noção do ponto de vista deles é algo que considero bastante positivo e construtivo.
Após isto tudo e, mesmo não tendo sido seleccionado para a próxima fase de recrutamento, foi com agradável surpresa que recebi um convite para participar no BTO Challenge em Lisboa, organizado pela McKinsey. Inicialmente gostei da iniciativa, mas depois pensei: vou ter que perder tempo a ir a Lisboa numa altura em que ando bastante ocupado, vou gastar dinheiro em viagens, etc. se calhar é melhor não ir... Isto até que recebi informação que tudo seria suportado por eles e depois de ter confirmado que nessa semana não tinha entregas... E querem-se rir? Viagens Porto-Lisboa e Lisboa-Porto de avião, noite no Hotel Tivoli Tejo (4 estrelas, mesmo junto à Gare do Oriente, em pleno Parque das Nações), almoço no hotel, jantar no Casino de Lisboa e ainda bilhete para espectáculo dos Monty Python versão portuguesa (com o José Pedro Gomes, António Feio, Bruno Nogueira, ...). Assim vale a pena!!!
No evento propriamente dito, participaram apenas alunos seleccionados da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e do Instituto Superior Técnico de Lisboa, dos cursos de Engenharia Informática e Engenharia Electrotécnica. Divididos em cinco grupos, a competir entre si, cada grupo deveria escolher uma empresa e arranjar alguma coisa verdadeiramente inovadora capaz de diferenciar bastante a empresa da concorrência. A minha equipa não foi a vencedora, mas o evento valeu muito a pena pela experiência e pelo convívio. É para repetir caso seja possível e recomendo vivamente a participação a quem for convidado: não façam como a maior parte do pessoal do Porto, que mesmo convidado e com estas condições todas se recusou a ir ou não deram resposta pura e simplesmente...
Já agora, referência para o pequeno-almoço do dia em que cheguei lá. Dado que a senhora responsável pelos Recursos Humanos não conseguiu marcar lugar no voo que saía do Porto às 7h45, eu, o Certo e o Fernando acabámos por ir no voo das 6h. Obviamente, tivemos que acordar bastante mais cedo e quando chegámos ao hotel às 7h íamos completamente esfomeados. Disseram-nos que não havia problemas e que podíamos comer à vontade... E nós, a pensar que era também à conta da McKinsey, toca de comer... Meu Deus, acordados desde as 3h30, que grande banquete à nossa espera na sala para pequenos-almoços no hotel: frutas, torradas, ovos, bacon, pão, bolos, sumos, chás, café, etc, etc... Quando já de barriga cheia íamos a sair, uma gaja à nossa espera com o talão... 37.5€ os três... Foge!!! Afinal aquilo não estava incluído, porque nós não tínhamos lá dormido nessa noite! O Certo lá assinou aquilo e fomos embora... Quando vamos para sair do hotel no dia seguinte, lá estava a conta à nossa espera: 12.5€ cada um!!! Foi certamente o pequeno-almoço mais caro até hoje, mas também digo uma coisa: foi melhor aquele pequeno-almoço que muitos almoços e jantares pagando o mesmo. Portanto, foi caro e até custou um bocado a pagar... Mas valeu a pena!
Tal como tinha referido num post anterior, fui seleccionado para a segunda fase do processo de recrutamento. Essa entrevista decorreu no Sheraton e eu confesso que saí de lá com um valente nó no cérebro... Duas horas, duas entrevistas consecutivas, ainda por cima à hora de almoço!
A primeira entrevista até correu razoavelmente bem, mas a segunda nem por isso... A senhora conseguiu confundir-me de tal maneira, que fiquei com a cabeça em água: até para fazer operações aritméticas simples, que noutra situação resolveria mentalmente e muito depressa, tive que recorrer ao papel...
Não fiquei com grandes esperanças e, cerca de uma semana depois, recebi a confirmação daquilo que já esperava: não fui seleccionado para a última fase. Não fiquei muito chateado: afinal de contas tinho ido lá quase que "por brincadeira" fazer o primeiro teste e nunca pensei que seria seleccionado para a fase seguinte. Contudo, tentei fazer o melhor que consegui, portanto nada de frustrações.
No entanto, adorei o tratamento que me deram. Mais do que um simples email a dizer "Não foi seleccionado para a próxima fase. Felicidades." (tal como aconteceu com a Enabler WiPro), recebi um telefonema da senhora que me tinha entrevistado na segunda entrevista. A conversa durou quase 15 minutos, onde recebi grande feedback sobre o que tinha corrido bem, o que tinha corrido mal, coisas que eles tinham gostado em mim, coisas que não tinham gostado, etc. Até se deram ao trabalho de me dar umas dicas sobre como me podia preparar para outras entrevistas que tivesse, como melhorar os aspectos menos positivos, e por aí fora. Impecável mesmo! Achei isto mesmo óptimo, já que ter esta noção do ponto de vista deles é algo que considero bastante positivo e construtivo.
Após isto tudo e, mesmo não tendo sido seleccionado para a próxima fase de recrutamento, foi com agradável surpresa que recebi um convite para participar no BTO Challenge em Lisboa, organizado pela McKinsey. Inicialmente gostei da iniciativa, mas depois pensei: vou ter que perder tempo a ir a Lisboa numa altura em que ando bastante ocupado, vou gastar dinheiro em viagens, etc. se calhar é melhor não ir... Isto até que recebi informação que tudo seria suportado por eles e depois de ter confirmado que nessa semana não tinha entregas... E querem-se rir? Viagens Porto-Lisboa e Lisboa-Porto de avião, noite no Hotel Tivoli Tejo (4 estrelas, mesmo junto à Gare do Oriente, em pleno Parque das Nações), almoço no hotel, jantar no Casino de Lisboa e ainda bilhete para espectáculo dos Monty Python versão portuguesa (com o José Pedro Gomes, António Feio, Bruno Nogueira, ...). Assim vale a pena!!!
No evento propriamente dito, participaram apenas alunos seleccionados da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto e do Instituto Superior Técnico de Lisboa, dos cursos de Engenharia Informática e Engenharia Electrotécnica. Divididos em cinco grupos, a competir entre si, cada grupo deveria escolher uma empresa e arranjar alguma coisa verdadeiramente inovadora capaz de diferenciar bastante a empresa da concorrência. A minha equipa não foi a vencedora, mas o evento valeu muito a pena pela experiência e pelo convívio. É para repetir caso seja possível e recomendo vivamente a participação a quem for convidado: não façam como a maior parte do pessoal do Porto, que mesmo convidado e com estas condições todas se recusou a ir ou não deram resposta pura e simplesmente...
Já agora, referência para o pequeno-almoço do dia em que cheguei lá. Dado que a senhora responsável pelos Recursos Humanos não conseguiu marcar lugar no voo que saía do Porto às 7h45, eu, o Certo e o Fernando acabámos por ir no voo das 6h. Obviamente, tivemos que acordar bastante mais cedo e quando chegámos ao hotel às 7h íamos completamente esfomeados. Disseram-nos que não havia problemas e que podíamos comer à vontade... E nós, a pensar que era também à conta da McKinsey, toca de comer... Meu Deus, acordados desde as 3h30, que grande banquete à nossa espera na sala para pequenos-almoços no hotel: frutas, torradas, ovos, bacon, pão, bolos, sumos, chás, café, etc, etc... Quando já de barriga cheia íamos a sair, uma gaja à nossa espera com o talão... 37.5€ os três... Foge!!! Afinal aquilo não estava incluído, porque nós não tínhamos lá dormido nessa noite! O Certo lá assinou aquilo e fomos embora... Quando vamos para sair do hotel no dia seguinte, lá estava a conta à nossa espera: 12.5€ cada um!!! Foi certamente o pequeno-almoço mais caro até hoje, mas também digo uma coisa: foi melhor aquele pequeno-almoço que muitos almoços e jantares pagando o mesmo. Portanto, foi caro e até custou um bocado a pagar... Mas valeu a pena!
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
copy.exe
Para quem não adivinhou já pelo título do post, este vai ser mais um daqueles geeks, nomeadamente sobre vírus informáticos...
Andava eu a tentar descobrir qual era o limite máximo que vértices e grafos que o programa que estava a testar em TQSO permitia sem estourar com a memória até que, numa das muitas vezes que tive de terminar o processo java através do gestor de tarefas, reparei num processo estranho a correr chamado temp1.exe... Humm, manhoso sem dúvida...
Fiz uma pequena pesquisa no Google e descobri de imediato que se tratava de um trojan, associado a vários outros ficheiros, tais como copy.exe, xcopy.exe, host.exe, temp2.exe e ainda o svchost.exe (processo do windows, mas a executar a partir de uma localização errada...). Primeira reacção: stress; primeiro pensamento: limpar o computador; primeira questão: como fazer a limpeza sem ter que formatar.
Ao fazer um anti-vírus completo e exaustivo encontrei esta porcaria toda na máquina, o que me deixou um bocado aborrecido e me fez perder um serão inteiro a resolver o problema. Se alguém tiver estes "meninos" no PC, então também está infectado:
Ora bem, a solução óbvia e imediata para todos é terminar todos os processos que estiverem a correr com estes nomes e apagar os ficheiros... Esta solução até pode limpar a máquina, mas não resolve todos os problemas e é aqui que entra a parte chata, mas não maléfica, do vírus...
Este vírus muda o registo do windows e cada vez que se tenta abrir uma unidade de disco, ele tenta executar o copy.exe, já que é a informação visível no registo e no autorun daquele ficheiro da raiz... Mas lembram-se do que tinha sido feito antes? Apagar os ficheiros... Ou seja, como o ficheiro copy.exe não existe na raiz da unidade que querem abrir, vai dar um erro a dizer que não consegue encontrar o dito ficheiro. Isto é, no mínimo, um bocadinho chato... Uma alternativa é mudar o caminho para o directório à mão ou fazer botão direito e Open, o que também é muito chato...
Depois de algum tempo a pesquisar sobre como resolver tudo isto, encontrei uns links muito fixes e que foram bastante úteis, nomeadamente:
De uma forma resumida, é preciso mexer no registo, apagar umas quantas linhas que têm copy.exe e host.exe, reparar uma linha com o Hijackthis e executar um programa pequenino chamado Pen Clean que limpa todas as unidades daqueles ficheiros... É que o bichinho propaga-se e caso não seja limpo em todas as unidades, ele volta a aparecer nas restantes unidades se ficarem resíduos em alguma...
Acho que seguir as instruções que vão aparecendo por aqueles fóruns nos links acima é suficiente para resolver o problema. Se mesmo no final de tudo o problema persistir, reiniciar o PC ou terminar o processo explorer.exe (e voltar a criá-lo) é capaz de ajudar; se nem assim der, podem sempre passar umas horitas a tentar resolver o problema ou chegar à solução mais típica que é formatar! :P
Andava eu a tentar descobrir qual era o limite máximo que vértices e grafos que o programa que estava a testar em TQSO permitia sem estourar com a memória até que, numa das muitas vezes que tive de terminar o processo java através do gestor de tarefas, reparei num processo estranho a correr chamado temp1.exe... Humm, manhoso sem dúvida...
Fiz uma pequena pesquisa no Google e descobri de imediato que se tratava de um trojan, associado a vários outros ficheiros, tais como copy.exe, xcopy.exe, host.exe, temp2.exe e ainda o svchost.exe (processo do windows, mas a executar a partir de uma localização errada...). Primeira reacção: stress; primeiro pensamento: limpar o computador; primeira questão: como fazer a limpeza sem ter que formatar.
Ao fazer um anti-vírus completo e exaustivo encontrei esta porcaria toda na máquina, o que me deixou um bocado aborrecido e me fez perder um serão inteiro a resolver o problema. Se alguém tiver estes "meninos" no PC, então também está infectado:
- C:\Windows\svchost.exe
- C:\Windows\xcopy.exe
- C:\Windows\system32\temp1.exe
- C:\Windows\system32\temp2.exe
Ora bem, a solução óbvia e imediata para todos é terminar todos os processos que estiverem a correr com estes nomes e apagar os ficheiros... Esta solução até pode limpar a máquina, mas não resolve todos os problemas e é aqui que entra a parte chata, mas não maléfica, do vírus...
Este vírus muda o registo do windows e cada vez que se tenta abrir uma unidade de disco, ele tenta executar o copy.exe, já que é a informação visível no registo e no autorun daquele ficheiro da raiz... Mas lembram-se do que tinha sido feito antes? Apagar os ficheiros... Ou seja, como o ficheiro copy.exe não existe na raiz da unidade que querem abrir, vai dar um erro a dizer que não consegue encontrar o dito ficheiro. Isto é, no mínimo, um bocadinho chato... Uma alternativa é mudar o caminho para o directório à mão ou fazer botão direito e Open, o que também é muito chato...
Depois de algum tempo a pesquisar sobre como resolver tudo isto, encontrei uns links muito fixes e que foram bastante úteis, nomeadamente:
De uma forma resumida, é preciso mexer no registo, apagar umas quantas linhas que têm copy.exe e host.exe, reparar uma linha com o Hijackthis e executar um programa pequenino chamado Pen Clean que limpa todas as unidades daqueles ficheiros... É que o bichinho propaga-se e caso não seja limpo em todas as unidades, ele volta a aparecer nas restantes unidades se ficarem resíduos em alguma...
Acho que seguir as instruções que vão aparecendo por aqueles fóruns nos links acima é suficiente para resolver o problema. Se mesmo no final de tudo o problema persistir, reiniciar o PC ou terminar o processo explorer.exe (e voltar a criá-lo) é capaz de ajudar; se nem assim der, podem sempre passar umas horitas a tentar resolver o problema ou chegar à solução mais típica que é formatar! :P
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Não, não me esqueci do blog...
Já passou algum tempo desde o último post, não porque não tenha nada sobre o que falar, mas sim porque não tenho tido muito tempo livre ultimamente.
Vou tentar escrever todos os posts que têm ficado em stand by nos próximos dias, já que muita coisa interessante aconteceu desde o dia 24 de Novembro, data em que estava um bocado ressabiado com o trabalho de Teste e Qualidade de Software.
Próximos posts em breve...
Vou tentar escrever todos os posts que têm ficado em stand by nos próximos dias, já que muita coisa interessante aconteceu desde o dia 24 de Novembro, data em que estava um bocado ressabiado com o trabalho de Teste e Qualidade de Software.
Próximos posts em breve...
sábado, 24 de novembro de 2007
TQS - Testes em Quantidade Suficientemente chata
Neste momento, estou a fazer uma breve pausa antes de jantar, já que estou na FEUP desde as 10h... E tendo em conta que hoje é sábado, passar o dia inteiro na faculdade a trabalhar já é, por si só, deprimente.
Descobrir na terça-feira que o trabalho deTQS é para entregar daí a pouco mais de uma semana é mau... E a situação piora sabendo que este não é o único trabalho que tenho para fazer. Na próxima semana, até à data da entrega, o projecto de MADS e o problema da falta de integração existente na Câmara Municipal vão-se intrometer fortemente na realização deste trabalho...
Não é que eu tenha sido irresponsável e me tenha esquecido deste trabalho... Eu pensava é que as datas de entrega do trabalhos de pesquisa e do prático eram ao contrário, ou seja, que o trabalho de pesquisa seria para entregar dia 30 de Novembro e o prático dia 6... Afinal é ao contrário... Não é que me queixe, já que é menos um, fica já despachado e dá-me mais tempo para fazer o deERSS e o de PESI .
MasTQS , tal como a generalidade das optativas que tive / tenho, está-me a desiludir um bocado e posso afirmar que esperava mais desta cadeira.
Afinal de contas, as aulas teóricas são um bocado secantes e só é pena não serem de manhã, para uma pessoa ir para a aula continuar a dormir ou então deixar-se ficar em casa enroscado nos lençóis. As práticas, geralmente é utilizar programas manhosos, que não têm mesmo outro nome, para fazer uns testes esquisitos que ninguém acaba por perceber muito bem...
Penso eu que a coisa vai melhorar ao fazer o trabalho, mas afinal continua tudo na mesma.... Até agora foi praticamente apenas fazer testes unitários com JUnit, ou seja, fazer código e mais código para testes... Ainda por cima, o código sobre o qual incidem estes testes foi feito assim meio à martelada, num dos trabalhos realizados por alunos do 2º ano o ano passado, durante a disciplina de Complementos de Programação e Algoritmos, que é o nome pomposo que arranjaram para a antiga disciplina de Algoritmos e Estruturas de Dados...
A única vantagem que tem este código feito à martelo é que basta carregar nuns botões da interface e é ver NullPointerExceptions com fartura a aparecer na consola, o que vai dar jeito para detectar bugs no trabalho.
O trabalho deles foi sobre árvores de expansão mínima (AEM) e pode-se dizer que única coisa que aprendi até agora com este trabalho foi ficar a saber que existe o algoritmo de Prim para obter uma AEM a partir de um grafo. Só conhecia o algoritmo de Kruskal, portanto já foi algo de novo. E qual é a diferença entre os dois algoritmos? São praticamente iguais, mas aqui fica uma breve explicação para quem não conhece os algoritmos e não sabe sequer o que é uma AEM.
Uma árvore de expansão mínima é um sub-grafo do grafo, que liga todos os vértices, sendo o somatório do peso das arestas o mínimo possível, garantindo que o grafo obtido é acíclico e que o número de arestas da árvore tem de ser exactamente igual a N -1, sendo N o número de vértices.
O algoritmo de Kruskal vai adicionando à árvore a aresta de menor custo possível disponível, garantindo que não se forma um ciclo e até estarem as N – 1 arestas pretendidas.
O algoritmo de Prim, escolhe um vértice inicial aleatório e, em vez de ter imediatamente todas as arestas disponíveis, verifica qual é a menor aresta que ele próprio possui, adicionando essa aresta à AEM e obtendo o vértice oposto dessa mesma aresta. De seguida, verifica-se qual é a
aresta de menor peso de todos os vértices considerados até ao momento, e obtêm-se outro vértice, continuando-se a obter vértices por este processo (e a respectiva aresta) até se obter a árvore.
E agora, ao estilo deERSS e de PESI , termino este post com umas dúvidas existenciais:
Descobrir na terça-feira que o trabalho de
Não é que eu tenha sido irresponsável e me tenha esquecido deste trabalho... Eu pensava é que as datas de entrega do trabalhos de pesquisa e do prático eram ao contrário, ou seja, que o trabalho de pesquisa seria para entregar dia 30 de Novembro e o prático dia 6... Afinal é ao contrário... Não é que me queixe, já que é menos um, fica já despachado e dá-me mais tempo para fazer o de
Mas
Afinal de contas, as aulas teóricas são um bocado secantes e só é pena não serem de manhã, para uma pessoa ir para a aula continuar a dormir ou então deixar-se ficar em casa enroscado nos lençóis. As práticas, geralmente é utilizar programas manhosos, que não têm mesmo outro nome, para fazer uns testes esquisitos que ninguém acaba por perceber muito bem...
Penso eu que a coisa vai melhorar ao fazer o trabalho, mas afinal continua tudo na mesma.... Até agora foi praticamente apenas fazer testes unitários com JUnit, ou seja, fazer código e mais código para testes... Ainda por cima, o código sobre o qual incidem estes testes foi feito assim meio à martelada, num dos trabalhos realizados por alunos do 2º ano o ano passado, durante a disciplina de Complementos de Programação e Algoritmos, que é o nome pomposo que arranjaram para a antiga disciplina de Algoritmos e Estruturas de Dados...
A única vantagem que tem este código feito à martelo é que basta carregar nuns botões da interface e é ver NullPointerExceptions com fartura a aparecer na consola, o que vai dar jeito para detectar bugs no trabalho.
O trabalho deles foi sobre árvores de expansão mínima (AEM) e pode-se dizer que única coisa que aprendi até agora com este trabalho foi ficar a saber que existe o algoritmo de Prim para obter uma AEM a partir de um grafo. Só conhecia o algoritmo de Kruskal, portanto já foi algo de novo. E qual é a diferença entre os dois algoritmos? São praticamente iguais, mas aqui fica uma breve explicação para quem não conhece os algoritmos e não sabe sequer o que é uma AEM.
Uma árvore de expansão mínima é um sub-grafo do grafo, que liga todos os vértices, sendo o somatório do peso das arestas o mínimo possível, garantindo que o grafo obtido é acíclico e que o número de arestas da árvore tem de ser exactamente igual a N -1, sendo N o número de vértices.
O algoritmo de Kruskal vai adicionando à árvore a aresta de menor custo possível disponível, garantindo que não se forma um ciclo e até estarem as N – 1 arestas pretendidas.
O algoritmo de Prim, escolhe um vértice inicial aleatório e, em vez de ter imediatamente todas as arestas disponíveis, verifica qual é a menor aresta que ele próprio possui, adicionando essa aresta à AEM e obtendo o vértice oposto dessa mesma aresta. De seguida, verifica-se qual é a
aresta de menor peso de todos os vértices considerados até ao momento, e obtêm-se outro vértice, continuando-se a obter vértices por este processo (e a respectiva aresta) até se obter a árvore.
E agora, ao estilo de
- Qual é a diferença entre um grafo e uma árvore de expansão mínima, para que os dois gajos que fizeram o trabalho que eu estou a testar terem considerado uma classe Grafo e uma classe AEM?
- Qual é a coisa pior que ser um monkey coder? É ser um monkey coder tester...
segunda-feira, 19 de novembro de 2007
Microsoft XNA Framework
Este é um post que, sem dúvida nenhuma, pode ser considerado como muito geek, já que fala de uma coisa que, mesmo para muitos dos que são do mundo informático, é desconhecida.
Tive conhecimento desta framework em Março, numa das sessões do Microsoft Tech Days Lisbon 07, sessão esta que foi apresentada de uma forma brilhante por um senhor chamado Rob Miles. E, além da apresentação ter sido excelente, também o seu conteúdo foi muito interessante. Digamos que saí de lá com uma vontade imensa de experimentar aquilo.
Mas o que é então o XNA? Muito poderia haver a dizer sobre isto mas, resumidamente, trata-se de uma framework que integra um conjunto de ferramentas que facilita o desenho, gestão e desenvolvimento de jogos, quer para computador quer para a XBox, de uma forma muito ágil. Mais informações sobre XNA no site oficial ou na Wikipedia, para quem preferir passar à frente a conversa de marketing.
Para desenvolver algo utilizando XNA, é necessário instalar o seguinte, pela ordem indicada:
Para quem tiver curiosidade em aprender XNA, pode dar uma vista de olhos nestes tutoriais, dos quais eu recomendo os seguintes:
Ver estes tutoriais e ir experimentado simultâneamente é muito bom e aprende-se facilmente, chegando mesmo ao ponto de uma pessoa se antecipar em relação ao tutorial. E ainda outra grande vantagem que não tinha referido: a linguagem de programação é, embora esteja explícita nos programas que é necessário instalar, uma linguagem muito alto nível, nomeadamente C#. Fantástico!
E agora coloca-se a pergunta: será que eu hoje acordei num estado qualquer maluco e geek, para me lembrar de experimentar isto, ao fim de tanto tempo depois de ter visto aquela apresentação em Lisboa? A resposta é não! Ou acham mesmo que eu ia passar uma tarde de um domingo a fazer isto?
Para a disciplina deMADS , era necessário escolher um tema de trabalho, que seria posteriormente desenvolvido de acordo com métodos ágeis, nomeadamente Extreme Programing (XP), aplicando para tal o conceito de Pair Programming.
A data imposta pelo professor para escolha de um tema estava prestes a terminar e, o pessoal já traumatizado com os plugins para o Eclipse (outro trauma...) desenvolvidos emLESO no ano passado, andava a ficar preocupado, pois caso não se indicasse tema, este seria "imposto".
Isto até ao dia em que eu, o Quim e a Susana estávamos a lanchar no bar da biblioteca e precisamente a faltar aMADS (mas a discutir o trabalho...) e aparece o Marco, que nem sequer tem a dita disciplina e propôs um jogo em XNA. Gostámos imediatamente da ideia e começámos logo ali a amadurecer pormenores para o jogo.
Já todos conhecíamos XNA e queríamos experimentar, aliado ao facto de ser em C# e consequentemente impedir o uso do Eclipse, tão venerado pelo professor, contribuiu imediatamente para um grande entusiasmo, especialmente o Quim, que adora C#. Os restantes membros do grupo, à falta de outras ideias, também aceitaram e ficou então decidido.
E entre todos, começámos logo ali a definir algumas coisas, com a ajuda posterior do Fábio e do Diogo, desta feita já no bar do meio. Aqui ficam alguns pormenores sobre o jogo:
E o principal problema: será que o professor aceita isto? Pois bem, aceitou! E como é necessário aprender XNA até à data da primeira iteração do projecto, dia 30 de Novembro, decidi fazer já os tutoriais e aprender qualquer coisa. Não acho que me vá esquecer até lá e de facto isto é bastante intuitivo e está bem documentado, portanto não acho que haverá grande crise.
E tendo acabado o tutorial 4, fiquei com o Asteroids a funcionar minimamente. Mas estava de tal maneira entusiasmado com aquilo, que decidi seguir a sugestão de continuar a implementar mais umas funcionalidades, nomeadamente:
De referir que acho que exagerei no nível de dificuldade... Conseguir chegar ao nível 5 já não é mau, chegar ao 6 é muito bom e alcançar o 7 é de doidos... Cheguei ao 7 uma vez e foi game over quase instantaneamente, tal a quantidade de asteróides e a velocidade com que estes se deslocavam... Pobre da minha nave!
E chega de conversa geek, que já passa das 4 da manhã... O tempo passa... Felizmente que a entrevista com a Dra. Lígia Ribeiro, Pro-Reitora da UP é só às 14h30 e não às 9h, como inicialmente pensava!
Tive conhecimento desta framework em Março, numa das sessões do Microsoft Tech Days Lisbon 07, sessão esta que foi apresentada de uma forma brilhante por um senhor chamado Rob Miles. E, além da apresentação ter sido excelente, também o seu conteúdo foi muito interessante. Digamos que saí de lá com uma vontade imensa de experimentar aquilo.
Mas o que é então o XNA? Muito poderia haver a dizer sobre isto mas, resumidamente, trata-se de uma framework que integra um conjunto de ferramentas que facilita o desenho, gestão e desenvolvimento de jogos, quer para computador quer para a XBox, de uma forma muito ágil. Mais informações sobre XNA no site oficial ou na Wikipedia, para quem preferir passar à frente a conversa de marketing.
Para desenvolver algo utilizando XNA, é necessário instalar o seguinte, pela ordem indicada:
- Visual C# 2005 Express (~30MB)
- Visual C# 2005 Express SP1 (~25MB)
- XNA (~80MB)
Para quem tiver curiosidade em aprender XNA, pode dar uma vista de olhos nestes tutoriais, dos quais eu recomendo os seguintes:
- Video Tutorial 1: Displaying a 3D Model on the Screen
- Video Tutorial 2: Making Your Model Move Using Input
- Video Tutorial 3: Making Sounds with XNA Game Studio Express and XACT
Ver estes tutoriais e ir experimentado simultâneamente é muito bom e aprende-se facilmente, chegando mesmo ao ponto de uma pessoa se antecipar em relação ao tutorial. E ainda outra grande vantagem que não tinha referido: a linguagem de programação é, embora esteja explícita nos programas que é necessário instalar, uma linguagem muito alto nível, nomeadamente C#. Fantástico!
E agora coloca-se a pergunta: será que eu hoje acordei num estado qualquer maluco e geek, para me lembrar de experimentar isto, ao fim de tanto tempo depois de ter visto aquela apresentação em Lisboa? A resposta é não! Ou acham mesmo que eu ia passar uma tarde de um domingo a fazer isto?
Para a disciplina de
A data imposta pelo professor para escolha de um tema estava prestes a terminar e, o pessoal já traumatizado com os plugins para o Eclipse (outro trauma...) desenvolvidos em
Isto até ao dia em que eu, o Quim e a Susana estávamos a lanchar no bar da biblioteca e precisamente a faltar a
Já todos conhecíamos XNA e queríamos experimentar, aliado ao facto de ser em C# e consequentemente impedir o uso do Eclipse, tão venerado pelo professor, contribuiu imediatamente para um grande entusiasmo, especialmente o Quim, que adora C#. Os restantes membros do grupo, à falta de outras ideias, também aceitaram e ficou então decidido.
E entre todos, começámos logo ali a definir algumas coisas, com a ajuda posterior do Fábio e do Diogo, desta feita já no bar do meio. Aqui ficam alguns pormenores sobre o jogo:
- Tema: Jogo das Apanhadas / Caçadinhas / Toca e Foge (2D)
- Modos de jogo: single (todos contra todos), equipas (uma equipa tem de apanhar outra(s), os jogadores apanhados podem ser salvos), time trial (passar uma bomba que explode ao fim de X tempo) -- num PC e em LAN
- Mapa: maior que o ecrã, de modo aos jogadores poderem esconder-se
- Extras: veículos, armas, boost items
- Bots: 2 níveis de dificuldade
E o principal problema: será que o professor aceita isto? Pois bem, aceitou! E como é necessário aprender XNA até à data da primeira iteração do projecto, dia 30 de Novembro, decidi fazer já os tutoriais e aprender qualquer coisa. Não acho que me vá esquecer até lá e de facto isto é bastante intuitivo e está bem documentado, portanto não acho que haverá grande crise.
E tendo acabado o tutorial 4, fiquei com o Asteroids a funcionar minimamente. Mas estava de tal maneira entusiasmado com aquilo, que decidi seguir a sugestão de continuar a implementar mais umas funcionalidades, nomeadamente:
- carregar a arma da nave com mais tiros
- passagens de nível (aumentando sempre o número de asteróides e as suas velocidades)
- existência de vidas, com conceitos de perder / ganhar vidas e game over
- highscore
- novos sons
De referir que acho que exagerei no nível de dificuldade... Conseguir chegar ao nível 5 já não é mau, chegar ao 6 é muito bom e alcançar o 7 é de doidos... Cheguei ao 7 uma vez e foi game over quase instantaneamente, tal a quantidade de asteróides e a velocidade com que estes se deslocavam... Pobre da minha nave!
E chega de conversa geek, que já passa das 4 da manhã... O tempo passa... Felizmente que a entrevista com a Dra. Lígia Ribeiro, Pro-Reitora da UP é só às 14h30 e não às 9h, como inicialmente pensava!
sábado, 17 de novembro de 2007
A surpresa chamada McKinsey
Há cerca de duas semanas recebi, já depois das oito da noite, um telefonema da McKinsey & Company, a perguntar se queria ir fazer um teste no dia seguinte. Tendo em conta que foi tão em cima da hora, não tive outro remédio senão rejeitar a proposta, já que tinha coisas combinadas para o dia seguinte que não podia desmarcar e além disso também queria abalar no final do dia para a Covilhã, para aproveitar o fim de semana prolongado.
Na semana passada, a empresa enviou um email para os finalistas de cursos de engenharia daFEUP , indicando uma data para realização de outro teste, pedindo confirmação para quem quisesse ir fazê-lo.
Desta vez, apesar de já ter confirmado a minha presença num evento da Microsoft Portugal, que ocorreu no mesmo dia, decidi ir fazer o teste e confirmei por telefone quando me contactaram, ainda antes de ter enviado o email sequer. Das quatro sessões do evento a que seria possível assistir (algumas decorriam em paralelo), acabei por ver apenas uma na íntegra, já que tive entrevista com o Reitor, na Reitoria dos Leões (antiga Faculdade de Ciências), de manhã e depois de tarde tive que sair a meio de uma sessão para ir fazer o teste, acabando ainda por perder a última sessão.
Só tive tempo para imprimir e dar uma vista de olhos no teste modelo da McKinsey na véspera do teste e confesso que até fiquei um pouco assustado com aquilo, já que me pareceu muito orientado a pessoal de Gestão. Ainda assim, já que tinha confirmado e ao fim ao cabo seria uma experiência nova, acabei por ir fazer o dito teste, sem qualquer pressão porque não seria propriamente um objectivo de vida e pelo qual fosse ficar demasiado frustrado caso corresse mal.
Um teste em inglês, com 26 perguntas para 75 minutos, com 3 casos de estudo diferentes para ler, analisar gráficos e tabelas, fazer contas e queimar neurónios sem poder usar calculadora é obra... Já que estava lá, tentei dar o meu melhor e acabei por sair de lá com a "cabeça em água" e meio atrofiado, já que aquilo tinha perguntas daquelas de comer a cabeça completamente. Tal como a pessoa responsável que estava lá disse, poucas pessoas conseguem fazer tudo e, apesar de aquilo ser escolha múltipla, optei por não responder à sorte às seis questões que ainda faltavam quando o tempo acabou...
Fomos depois informados, que na manhã do dia seguinte, iríamos receber no email o resultado, indicando a selecção e passagem à próxima fase ou não. Ora, eu estive em casa toda a manhã a trabalhar (e obviamente ligado à internet) e não recebi qualquer email da McKinsey, pelo que deduzi que não seria escolhido, o que não me surpreendia. Saí de casa às 13h20 para ir almoçar com o Telmo a Psicologia, chego à
FEUP praticamente às 15h e outro pessoal do meu curso que também tinha ido ao teste começa-me a perguntar se tinha recebido email... Vou ver o email e, qual não é o meu espanto, quando vejo um email a dizer que tinha sido seleccionado para a próxima fase de entrevistas e que iria ser brevemente contactado...
Enfim, uma empresa de consultoria nas áreas de gestão e engenharia não era propriamente aquilo que eu estava a pensar quando acabasse o curso, mas também não digo que não... Antes isso do que ser monkey coder!!!
Já que fui um dos seleccionados, agora também quero ver onde consigo chegar e ver no que isto dá. Mas mesmo assim, não deixa de ser uma surpresa, agradável, que apareceu assim do nada e quando menos se esperava...
Na semana passada, a empresa enviou um email para os finalistas de cursos de engenharia da
Desta vez, apesar de já ter confirmado a minha presença num evento da Microsoft Portugal, que ocorreu no mesmo dia, decidi ir fazer o teste e confirmei por telefone quando me contactaram, ainda antes de ter enviado o email sequer. Das quatro sessões do evento a que seria possível assistir (algumas decorriam em paralelo), acabei por ver apenas uma na íntegra, já que tive entrevista com o Reitor, na Reitoria dos Leões (antiga Faculdade de Ciências), de manhã e depois de tarde tive que sair a meio de uma sessão para ir fazer o teste, acabando ainda por perder a última sessão.
Só tive tempo para imprimir e dar uma vista de olhos no teste modelo da McKinsey na véspera do teste e confesso que até fiquei um pouco assustado com aquilo, já que me pareceu muito orientado a pessoal de Gestão. Ainda assim, já que tinha confirmado e ao fim ao cabo seria uma experiência nova, acabei por ir fazer o dito teste, sem qualquer pressão porque não seria propriamente um objectivo de vida e pelo qual fosse ficar demasiado frustrado caso corresse mal.
Um teste em inglês, com 26 perguntas para 75 minutos, com 3 casos de estudo diferentes para ler, analisar gráficos e tabelas, fazer contas e queimar neurónios sem poder usar calculadora é obra... Já que estava lá, tentei dar o meu melhor e acabei por sair de lá com a "cabeça em água" e meio atrofiado, já que aquilo tinha perguntas daquelas de comer a cabeça completamente. Tal como a pessoa responsável que estava lá disse, poucas pessoas conseguem fazer tudo e, apesar de aquilo ser escolha múltipla, optei por não responder à sorte às seis questões que ainda faltavam quando o tempo acabou...
Fomos depois informados, que na manhã do dia seguinte, iríamos receber no email o resultado, indicando a selecção e passagem à próxima fase ou não. Ora, eu estive em casa toda a manhã a trabalhar (e obviamente ligado à internet) e não recebi qualquer email da McKinsey, pelo que deduzi que não seria escolhido, o que não me surpreendia. Saí de casa às 13h20 para ir almoçar com o Telmo a Psicologia, chego à
Enfim, uma empresa de consultoria nas áreas de gestão e engenharia não era propriamente aquilo que eu estava a pensar quando acabasse o curso, mas também não digo que não... Antes isso do que ser monkey coder!!!
Já que fui um dos seleccionados, agora também quero ver onde consigo chegar e ver no que isto dá. Mas mesmo assim, não deixa de ser uma surpresa, agradável, que apareceu assim do nada e quando menos se esperava...
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